sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Cachacinha artesanal mineira faz Johnnie Walker tremer nas bases!!




Briga boa esta!!!! Da cachacinha mineira “João Andante” com o arrogante e imperialista(POREM GOSTOSO) Johnnie Walker.
Sera que a “branquinha” mineira é tão boa assim que ameaça o mercado de um gigante mundial do setor de bebidas? Vamos procurar pela internet(è só onde esta a venda) a João Andante” e vamos enfrentar o tigre inglês/escocês.
A cachacinha brasileira contra o Johnnie Walker. Vamos nesta que é boa. Pelo menos ficamos embriagados!!!



A inglesa Diageo, gigante do setor de bebidas e fabricante do uísque Johnnie Walker, quer tirar do mercado um primo pobre inconveniente, nascido em Minas Gerais: a cachaça João Andante. Criada por quatro amigos no último ano do ensino médio, em 2003, a pinga mineira vende cerca de 200 garrafas por mês no boca a boca e pela internet. Ainda assim, a Diageo entende que a marca – tradução meio manca de Johnnie Walker –, é plágio de uma de suas principais bebidas.
A gigante inglesa solicitou ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) que anule o registro concedido em fevereiro deste ano a João Andante, sua nova “rival”. A disputa com a multinacional tem tudo para ser mais um capítulo quixotesco na história dessa pinga mineira. Idealizada por inspiração de aulas de empreendedorismo, até hoje o negócio é um hobby para os donos, que usam o produto como cartão de visita profissional e social. Como para barganhar uma hora na agenda de um publicitário ocupado de são Paulo ou pedir o abono de uma falta na faculdade.
Nos primórdios da João Andante, o grupo que hoje está na casa dos 25 anos de idade, era tão amador que chegou a pensar em buscar a primeira encomenda, de três mil embalagens, com uma Blazer. Choveu e desistiram. Contrataram um caminhão para trazer tudo. Foi sorte. Quando a carga chegou, descobriram que eram 60 fardos. “Na Blazer caberiam só dois. Tivemos que alugar um galpão para armazenar”, diz Gabriel Silva, sócio responsável pela ideia da marca.
Não à toa, quando recebeu o primeiro comunicado da Diageo, em fevereiro, o empresário e seus sócios ficaram paralisados. Não sabiam nem quem era aquela companhia, que mandava retirar a marca do mercado em cinco dias, tudo escrito em juridiquez. “Mas não dava nem para ficar com raiva. O texto dizia que fabricavam Johnnie Walker, Guinnes, Smirnoff e mais um monte de coisas”, lembra Silva. “Se fossemos ficar bravos com a companhia, íamos ter que parar de beber”, conta.
Passado o susto, chegaram à conclusão de que não haviam feito nada de errado. E encontraram um escritório especializado em propriedade intelectual, que aceitou o caso. “Nos disseram que, de cerca de seis mil contestações do tipo feitas por ano, o INPI acata pouco mais de duzentas”, afirma. Os planos agora são seguir em frente

Jeca Tatu, Don Quixote e Picasso
Em sua defesa, os fabricantes da João Andante dizem que, apesar do nome e do logo, um andarilho maltrapilho, toda a conceituação da marca da cachaça teve inspiração diferente. Na definição de Silva, João Andante é uma mistura de Jeca Tatu, Don Quixote e Picasso. Tudo misturado em bate-papos informais e reuniões do grupo com uma empresa júnior da Universidade Federal de Minas Gerais, em meados da década passada.
Na comparação dos logos,dizem os empresários, enquanto Jonnie Walker veste fraque, cartola e carrega uma bengala, João Andante usa chapéu, bota sete léguas e leva sobre o ombro um galho com uma trouxa de roupas amarrada na ponta. Na postura, Johnnie é altivo. João anda curvado, de capim na boca.

Para eles, os dois personagens tampouco freqüentam os mesmos ambientes. Johnnie Walker é encontrado em supermercados, lojas de bebidas e free shops ao redor do mundo, João Andante só se compra pela internet ou pessoalmente. Para terminar, ao invés do lustre de milhões em investimentos em marketing, os mineiros investem é na divulgação da pinga em mídias sociais, como Twitter, Facebook, e no site na internet. No máximo uma feira de cachaças.

A Diageo, porém, entende a coisa de outra forma. A petição de nulidade do registro da marca faz referência a sites nos quais o personagem João Andante é descrito como “um primo do interior de Johnnie Walker, que imigrou para o Brasil durante a I Guerra” e, ao invés de uísque, resolveu fabricar cachaça. E que a pinga mineira espera roubar clientes do uísque, ficando a sua sombra.
O veredicto, quem vai dar, é o INPI. Até agora, porém, ao invés de conseguir o que queria, o que a Diageo fez foi jogar lenha na fogueira ao promover a João Andante indiretamente, em um momento em que a empresa se prepara para dar um salto na produção.
Na segunda-feira, por exemplo, o pedido de nulidade do registro da marca foi tema de uma longa matéria no jornal Estado de Minas. No ano que vêm, ao invés de 200 garrafas para vender por mês, os fabricantes da cachaça já reservaram com produtores do interior de Minas quatro mil delas. E visibilidade gratuita das noticias deve contribuir para elevar a expectativa mensal de vendas inicial, de 550 garrafas por mês.

provavelmente ao consumo de Johnnie Walter em meia dúzia de animados bailes de formatura. Não faz nem cócegas na Diageo, dona de um faturamento anual equivalente a cerca de R$ 28 bilhões. Mas será suficiente para garantir a João Andante, cuja garrafa é vendida a R$ 40 reais, receita potencial de quase R$ 2 milhões a partir do próximo ano. Como base de comparação, neste, a média foi de R$ 8 mil por mês, ou R$ 96 mil ao ano.
Segundo o INPI, o pedido está em análise e não há previsão de quando sairá uma resposta definitiva. Até que isso aconteça, a marca está valendo. “A briga ainda é entre a Diageo é com o INPI”, diz Silva. “Se o INPI achar que estava errado ao nos dar o registro, aí sim vamos ver o que a gente faz”, diz o empresário, que assim como os outros sócios, tem outro emprego para viver. Uma solução, é certo, será beber o estoque.

Fonte: Blog do Luiz Aparecido

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Bar do Ventura


Ontem meu amigo professor Roberto resolveu me pegar pra tomarmos café na pracinha da Gentilândia, bairro bucólico aqui em Fortaleza. Depois da farra gastronômica (carneiro com cuzcuz) deparamos com um local interessante, o Bar do Ventura. O Ventura foi um cara que trabalhou no placar do estádio Presidente Vargas na década de 60. Alvinegro doente assim como os demais membros confrades, nos contou histórias memoráveis desse tempo e de agora do seu bar. O bar, uma espécie de confraria, com torcedores do glorioso Ceará Sporting Club, é recheado de fotos antigas dos esquadrões alvinegros. Conta ele que um ex-jogador ao ver uma foto do time tetra campeão de 1978, começou a chorar e deixou seus documentos como garantia pra ir tirar uma cópia da tal foto. Da porta pra o balcão não dá um passo de tão curto, então sorvemos nossa cerveja sentados nos banquinhos e apreciando as histórias daqueles apaixonados torcedores. Outra coisa que me chamou a atenção é que o bar não serve tira-gosto mas há uma placa na parede escrito VISITE NOSSA COZINHA! Coisas do seu Ventura! Nos despedimos alegres com as histórias e acho que gostaram da gente. Promessa de retorno garantido!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Morre o “Pai Santana” do clube da Colina


Rio de Janeiro – RJ- Faleceu na manhã desta terça-feira (01), o massagista do Vasco da Gama, Eduardo Santana, mais conhecido como o “Pai Santana”, aos 77 anos de idade. Santana era considerado um dos símbolos do clube cruzmaltino. Negro, careca e com seu porte físico avantajado, corria nos gramados para socorrer os jogadores lesionados durante as partidas de futebol. Recebia o apreço e a admiração até dos torcedores de times adversários. Foram 50 anos dedicados ao Vasco, sempre encarando a sua profissão como um verdadeiro “pai”dos atletas. O corpo de “Pai Santana’ está sendo velado na sede do clube em São Januário. O presidente do Vasco da Gama, o ex-jogador Roberto Dinamite, externou o luto da agremiação em um comunicado, distribuído à imprensa, veja a íntegra.
“A família vascaína está de luto. Morreu na manhã desta terça-feira (01/11/2011) Eduardo Santana, o Pai Santana, meu amigo e símbolo do Vasco da Gama. Santana faleceu aos 77 anos, depois de muita luta. Um dos precursores da massagem profissional no Brasil, assim como o Vasco, meu grande amigo também fez história. Já era difícil falar dele sem me emocionar, quando ainda estava entre nós, por conta de sua dedicação profissional e amor ao clube. Não foram poucas as vezes que, quando lesionado, ele ia a minha casa me ajudar na recuperação. Mais do que um massagista dos bons, Pai Santana era um conselheiro. Principalmente para os mais jovens que, assim como eu, chegavam ao clube cheio de sonhos, mas ainda despreparados para aguentar todas as adversidades da carreira de jogador de futebol. Com mais de 50 anos de Vasco, Pai Santana acompanhou de perto as principais glórias do clube. Por suas mãos passaram várias gerações de craques, que fizeram nosso Vasco ainda mais gigante. Por conta de toda uma vida dedicada à cruz de malta, não poderia deixar de prestar aqui esta homenagem a um vascaíno de verdade e também solidariedade a seus familiares nessa hora de muita dor e saudade para toda a enorme família vascaína. Descanse em paz, Pai Santana.
Roberto Dinamite
Presidente do Club de Regatas Vasco da Gama”.

Fonte: BlogCopa2014

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

PiG no século 19?


"Começa a ocorrer uma opinião que, considerada a imprensa como um instrumento de delito semelhante a qualquer outro, entende que não tem direito a leis e fórmulas especiais".

Assim o então jovem jornalista cearense e futuro escritor José de Alencar fez suas primeiras críticas no Diário do Rio de Janeiro, em julho de 1854, a um certo tipo de imprensa que ainda hoje fuça na lama da calúnia e da difamação, numa atitude cretina para impedir que o Brasil continue avançando nas conquistas.

Fontes: blog Do Carvalho e "O Inimigo do Rei", de Lira Neto

Luiz Mendes


O blogcopa2014.com.br presta homenagem ao grande radialista, narrador e comentarista de futebol Luiz Mendes, falecido no último dia 27 de outubro, aos 87 anos. Foram mais de 60 anos dedicados ao mundo da bola. Acompanhou 16 das 19 Copas do Mundo realizadas. Fez histórias com seus bordões. “Minha gente…”era o mais conhecido deles. Levou a sua voz inconfundível para milhões de lares brasileiros, quando transmitia os jogos pela TV e pelo rádio. Em razão da simplicidade de seus comentários, ficou conhecido como o “comentarista da palavra fácil”. Fica também a lembrança da inesquecível narração de Mendes, do jogo em que o Brasil foi derrotado pela seleção uruguaia, na final da Copa de 1950, em pleno Maracanã. A voz embargada do radialista emocionou toda uma Nação. Os Deuses da bola agradecem a sua importante contribuição dada ao futebol.
Fonte: Blobcopa2014

Dica do dia

Blog novo na praça, é o http://www.blogcopa2014.com.br/, do meu amigo PH Abreu, dêem uma olhada, interessante!!!!