sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Cachacinha artesanal mineira faz Johnnie Walker tremer nas bases!!




Briga boa esta!!!! Da cachacinha mineira “João Andante” com o arrogante e imperialista(POREM GOSTOSO) Johnnie Walker.
Sera que a “branquinha” mineira é tão boa assim que ameaça o mercado de um gigante mundial do setor de bebidas? Vamos procurar pela internet(è só onde esta a venda) a João Andante” e vamos enfrentar o tigre inglês/escocês.
A cachacinha brasileira contra o Johnnie Walker. Vamos nesta que é boa. Pelo menos ficamos embriagados!!!



A inglesa Diageo, gigante do setor de bebidas e fabricante do uísque Johnnie Walker, quer tirar do mercado um primo pobre inconveniente, nascido em Minas Gerais: a cachaça João Andante. Criada por quatro amigos no último ano do ensino médio, em 2003, a pinga mineira vende cerca de 200 garrafas por mês no boca a boca e pela internet. Ainda assim, a Diageo entende que a marca – tradução meio manca de Johnnie Walker –, é plágio de uma de suas principais bebidas.
A gigante inglesa solicitou ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) que anule o registro concedido em fevereiro deste ano a João Andante, sua nova “rival”. A disputa com a multinacional tem tudo para ser mais um capítulo quixotesco na história dessa pinga mineira. Idealizada por inspiração de aulas de empreendedorismo, até hoje o negócio é um hobby para os donos, que usam o produto como cartão de visita profissional e social. Como para barganhar uma hora na agenda de um publicitário ocupado de são Paulo ou pedir o abono de uma falta na faculdade.
Nos primórdios da João Andante, o grupo que hoje está na casa dos 25 anos de idade, era tão amador que chegou a pensar em buscar a primeira encomenda, de três mil embalagens, com uma Blazer. Choveu e desistiram. Contrataram um caminhão para trazer tudo. Foi sorte. Quando a carga chegou, descobriram que eram 60 fardos. “Na Blazer caberiam só dois. Tivemos que alugar um galpão para armazenar”, diz Gabriel Silva, sócio responsável pela ideia da marca.
Não à toa, quando recebeu o primeiro comunicado da Diageo, em fevereiro, o empresário e seus sócios ficaram paralisados. Não sabiam nem quem era aquela companhia, que mandava retirar a marca do mercado em cinco dias, tudo escrito em juridiquez. “Mas não dava nem para ficar com raiva. O texto dizia que fabricavam Johnnie Walker, Guinnes, Smirnoff e mais um monte de coisas”, lembra Silva. “Se fossemos ficar bravos com a companhia, íamos ter que parar de beber”, conta.
Passado o susto, chegaram à conclusão de que não haviam feito nada de errado. E encontraram um escritório especializado em propriedade intelectual, que aceitou o caso. “Nos disseram que, de cerca de seis mil contestações do tipo feitas por ano, o INPI acata pouco mais de duzentas”, afirma. Os planos agora são seguir em frente

Jeca Tatu, Don Quixote e Picasso
Em sua defesa, os fabricantes da João Andante dizem que, apesar do nome e do logo, um andarilho maltrapilho, toda a conceituação da marca da cachaça teve inspiração diferente. Na definição de Silva, João Andante é uma mistura de Jeca Tatu, Don Quixote e Picasso. Tudo misturado em bate-papos informais e reuniões do grupo com uma empresa júnior da Universidade Federal de Minas Gerais, em meados da década passada.
Na comparação dos logos,dizem os empresários, enquanto Jonnie Walker veste fraque, cartola e carrega uma bengala, João Andante usa chapéu, bota sete léguas e leva sobre o ombro um galho com uma trouxa de roupas amarrada na ponta. Na postura, Johnnie é altivo. João anda curvado, de capim na boca.

Para eles, os dois personagens tampouco freqüentam os mesmos ambientes. Johnnie Walker é encontrado em supermercados, lojas de bebidas e free shops ao redor do mundo, João Andante só se compra pela internet ou pessoalmente. Para terminar, ao invés do lustre de milhões em investimentos em marketing, os mineiros investem é na divulgação da pinga em mídias sociais, como Twitter, Facebook, e no site na internet. No máximo uma feira de cachaças.

A Diageo, porém, entende a coisa de outra forma. A petição de nulidade do registro da marca faz referência a sites nos quais o personagem João Andante é descrito como “um primo do interior de Johnnie Walker, que imigrou para o Brasil durante a I Guerra” e, ao invés de uísque, resolveu fabricar cachaça. E que a pinga mineira espera roubar clientes do uísque, ficando a sua sombra.
O veredicto, quem vai dar, é o INPI. Até agora, porém, ao invés de conseguir o que queria, o que a Diageo fez foi jogar lenha na fogueira ao promover a João Andante indiretamente, em um momento em que a empresa se prepara para dar um salto na produção.
Na segunda-feira, por exemplo, o pedido de nulidade do registro da marca foi tema de uma longa matéria no jornal Estado de Minas. No ano que vêm, ao invés de 200 garrafas para vender por mês, os fabricantes da cachaça já reservaram com produtores do interior de Minas quatro mil delas. E visibilidade gratuita das noticias deve contribuir para elevar a expectativa mensal de vendas inicial, de 550 garrafas por mês.

provavelmente ao consumo de Johnnie Walter em meia dúzia de animados bailes de formatura. Não faz nem cócegas na Diageo, dona de um faturamento anual equivalente a cerca de R$ 28 bilhões. Mas será suficiente para garantir a João Andante, cuja garrafa é vendida a R$ 40 reais, receita potencial de quase R$ 2 milhões a partir do próximo ano. Como base de comparação, neste, a média foi de R$ 8 mil por mês, ou R$ 96 mil ao ano.
Segundo o INPI, o pedido está em análise e não há previsão de quando sairá uma resposta definitiva. Até que isso aconteça, a marca está valendo. “A briga ainda é entre a Diageo é com o INPI”, diz Silva. “Se o INPI achar que estava errado ao nos dar o registro, aí sim vamos ver o que a gente faz”, diz o empresário, que assim como os outros sócios, tem outro emprego para viver. Uma solução, é certo, será beber o estoque.

Fonte: Blog do Luiz Aparecido

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Bar do Ventura


Ontem meu amigo professor Roberto resolveu me pegar pra tomarmos café na pracinha da Gentilândia, bairro bucólico aqui em Fortaleza. Depois da farra gastronômica (carneiro com cuzcuz) deparamos com um local interessante, o Bar do Ventura. O Ventura foi um cara que trabalhou no placar do estádio Presidente Vargas na década de 60. Alvinegro doente assim como os demais membros confrades, nos contou histórias memoráveis desse tempo e de agora do seu bar. O bar, uma espécie de confraria, com torcedores do glorioso Ceará Sporting Club, é recheado de fotos antigas dos esquadrões alvinegros. Conta ele que um ex-jogador ao ver uma foto do time tetra campeão de 1978, começou a chorar e deixou seus documentos como garantia pra ir tirar uma cópia da tal foto. Da porta pra o balcão não dá um passo de tão curto, então sorvemos nossa cerveja sentados nos banquinhos e apreciando as histórias daqueles apaixonados torcedores. Outra coisa que me chamou a atenção é que o bar não serve tira-gosto mas há uma placa na parede escrito VISITE NOSSA COZINHA! Coisas do seu Ventura! Nos despedimos alegres com as histórias e acho que gostaram da gente. Promessa de retorno garantido!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Morre o “Pai Santana” do clube da Colina


Rio de Janeiro – RJ- Faleceu na manhã desta terça-feira (01), o massagista do Vasco da Gama, Eduardo Santana, mais conhecido como o “Pai Santana”, aos 77 anos de idade. Santana era considerado um dos símbolos do clube cruzmaltino. Negro, careca e com seu porte físico avantajado, corria nos gramados para socorrer os jogadores lesionados durante as partidas de futebol. Recebia o apreço e a admiração até dos torcedores de times adversários. Foram 50 anos dedicados ao Vasco, sempre encarando a sua profissão como um verdadeiro “pai”dos atletas. O corpo de “Pai Santana’ está sendo velado na sede do clube em São Januário. O presidente do Vasco da Gama, o ex-jogador Roberto Dinamite, externou o luto da agremiação em um comunicado, distribuído à imprensa, veja a íntegra.
“A família vascaína está de luto. Morreu na manhã desta terça-feira (01/11/2011) Eduardo Santana, o Pai Santana, meu amigo e símbolo do Vasco da Gama. Santana faleceu aos 77 anos, depois de muita luta. Um dos precursores da massagem profissional no Brasil, assim como o Vasco, meu grande amigo também fez história. Já era difícil falar dele sem me emocionar, quando ainda estava entre nós, por conta de sua dedicação profissional e amor ao clube. Não foram poucas as vezes que, quando lesionado, ele ia a minha casa me ajudar na recuperação. Mais do que um massagista dos bons, Pai Santana era um conselheiro. Principalmente para os mais jovens que, assim como eu, chegavam ao clube cheio de sonhos, mas ainda despreparados para aguentar todas as adversidades da carreira de jogador de futebol. Com mais de 50 anos de Vasco, Pai Santana acompanhou de perto as principais glórias do clube. Por suas mãos passaram várias gerações de craques, que fizeram nosso Vasco ainda mais gigante. Por conta de toda uma vida dedicada à cruz de malta, não poderia deixar de prestar aqui esta homenagem a um vascaíno de verdade e também solidariedade a seus familiares nessa hora de muita dor e saudade para toda a enorme família vascaína. Descanse em paz, Pai Santana.
Roberto Dinamite
Presidente do Club de Regatas Vasco da Gama”.

Fonte: BlogCopa2014

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

PiG no século 19?


"Começa a ocorrer uma opinião que, considerada a imprensa como um instrumento de delito semelhante a qualquer outro, entende que não tem direito a leis e fórmulas especiais".

Assim o então jovem jornalista cearense e futuro escritor José de Alencar fez suas primeiras críticas no Diário do Rio de Janeiro, em julho de 1854, a um certo tipo de imprensa que ainda hoje fuça na lama da calúnia e da difamação, numa atitude cretina para impedir que o Brasil continue avançando nas conquistas.

Fontes: blog Do Carvalho e "O Inimigo do Rei", de Lira Neto

Luiz Mendes


O blogcopa2014.com.br presta homenagem ao grande radialista, narrador e comentarista de futebol Luiz Mendes, falecido no último dia 27 de outubro, aos 87 anos. Foram mais de 60 anos dedicados ao mundo da bola. Acompanhou 16 das 19 Copas do Mundo realizadas. Fez histórias com seus bordões. “Minha gente…”era o mais conhecido deles. Levou a sua voz inconfundível para milhões de lares brasileiros, quando transmitia os jogos pela TV e pelo rádio. Em razão da simplicidade de seus comentários, ficou conhecido como o “comentarista da palavra fácil”. Fica também a lembrança da inesquecível narração de Mendes, do jogo em que o Brasil foi derrotado pela seleção uruguaia, na final da Copa de 1950, em pleno Maracanã. A voz embargada do radialista emocionou toda uma Nação. Os Deuses da bola agradecem a sua importante contribuição dada ao futebol.
Fonte: Blobcopa2014

Dica do dia

Blog novo na praça, é o http://www.blogcopa2014.com.br/, do meu amigo PH Abreu, dêem uma olhada, interessante!!!!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Luiz Aparecido!


Diante de tanta barbaridade e mentiras que os meios de comunicação covardemente divulgam sobre o glorioso Partido Comunista do Brasil, me veio uma saudade e uma vontade enorme de estar ao lado de um de seus valorosos quadros, o jornalista Luiz Aparecido! O Luiz é desses caras que nos cativa, muitos o chamam de louco, e me sinto atraído por sua loucura, mas é uma loucura exemplar pela indignação com a injustiça aos oprimidos e Luiz sabe muito bem expressá-la através de seus textos, frases e atuações destacadas desde sua época de militância na clandestinidade! Luiz deixou uma juventude confortável em um lar ou com amigos da bohemia para enfrentar a mais sanguinária repressão e sair às ruas e lutar por um Brasil justo e o faz até hoje com muita desenvoltura e sem desanimar! Não as largou aliás, vive muito bem casado com as três: a luta, a bohemia e sua amada Poliana. Sinto-me seu filho com muita honra e um discípulo de seus ensinamentos! Minha saúde anda debilitada, a saúde do Luiz também, mas o seu exemplo de força em continuar seguindo em frente me fez ficar mais forte e animado nesses meses em que fiquei fora do circuito, não fosse isso teria desistido! Quem teve a honra de conhecê-lo como o conheci não sabe a quem agradecer, mas se quiserem saborear um pouco do seu perfil visitem seu blog, http://luizap.blogspot.com/ e deliciem-se com suas histórias! Vale a pena, eu indico!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

A Copa e a denúncia requentada - Por Luis Nassif - Postado no Blog do Miro!

Vamos tentar encaixar algumas peças nesse quebra-cabeças do Ministério dos Esportes.

Como tenho escrito seguidamente, a velha mídia tem sua prateleira de escândalos reais ou potenciais, com indícios ou sem provas, velhos ou novos, que são utilizados de acordo com as conveniências do momento.

Duas questões chamam a atenção: independentemente do mérito ou da veracidade, as duas denúncias contra o Ministério dos Esportes são velhas. A da Veja já tinha sido levantada na própria campanha eleitoral de Brasília – conforme vocês conferiram no Blog. A do Fantástico já tinha sido denunciada pelo Estadão no início do ano.

A ONG do PM de Brasília desviou R$ 4 milhões do Ministério e seus proprietários foram presos e respondem a processos. Na época contou para o Correio Braziliense a mesma história que contou para a Veja. O Correio queria atingir a campanha de Agnelo; Veja queria atingir Orlando Silva. Pelo próprio blog do acusado, fica-se com a sensação de que a revista pegou o mesmo depoimento e trocou o nome de Agnelo pelo de Orlando.

A tal ONG da pivô de basquete Karina tinha convênio antigo. Como as prefeituras podiam fechar convênio diretamente com o Ministério, é evidente que sua ONG se beneficiou dos contatos no Ministério para oferecer os serviços às prefeituras. Conseguiu atuar em 17 cidades.

É uma das ONGs investigadas no programa Segundo Tempo.

O Programa, de estímulo ao esporte nos municípios, tem 350 convênios, pelo menos 10 problemáticos. Nenhum convênio com prefeitura deu problema; todos os problemáticos são com ONGs.

Quando assumiu, Dilma Rousseff ordenou que fossem suspensos todos os convênios com ONGs. O que foi feito.

Qual o objetivo de requentar as denúncias?

Uma hipótese seria o endurecimento do governo com a Fifa, nas negociações da Lei Geral da Copa – normatizada há duas semanas.

Três pontos ficaram pendentes e foram questionados pela Fifa:

1. Meia entrada para idosos, que é Lei Federal.

2. Meia entrada para estudantes, que depende da legislação de cada estado.

3. Venda de bebidas nos estádios.

Mas houve um quarto ponto, que foi o direito de imagem a todas as emissoras de televisão, de filmar de dentro do estádio. Na Copa da África do Sul, a filmagem poderia custar sete anos de prisão para os envolvidos.

Este ponto pode ter sido o deflagrador do movimento requenta-denúncia.

sábado, 8 de outubro de 2011

No banheiro do Galeão - Blog do Laprovitera


No Aeroporto do Galeão, eu entrei no banheiro e, quando me acomodava no box sanitário, ouvi do ao lado:

- Oi, tudo bem?

Estranhei, mas, respondi:

- Tudo bem.

E começou a conversa:

- Que horas são?
- Quinze pras quatro.
- Mas, já?
- É, já...
- Faz tempo que você chegou?
- Cheguei agora mesmo.
- E o que você tá fazendo aqui.
- Acho que o mesmo que você.
- Vai demorar?
- Espero que não.
- Mas que coisa!
- Não entendi...

Aí, demonstrando irritação, a voz concluiu:

- Olha, eu vou ter que desligar o telefone, porque tem um cara aqui do lado que responde tudo que eu falo pra você!

Do livro Eu Conto, de Totonho Laprovitera.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

O perfeito imbecil politicamente incorreto - Cynara Menezes


Perfeito texto da jornalista Cynara Moraes publicado na revista Carta Capital. Divirtam-se!

Em 1996, três jornalistas –entre eles o filho do Nobel de Literatura Mario Vargas Llosa, Álvaro –lançaram com estardalhaço o “Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano”. Com suas críticas às idéias de esquerda, o livro se tornaria uma espécie de bíblia do pensamento conservador no continente. Vivia-se o auge do deus mercado e a obra tinha como alvo o pensamento de esquerda, o protecionismo econômico e a crença no Estado como agente da justiça social. Quinze anos e duas crises econômicas mundiais depois, vemos quem de fato era o perfeito idiota.
Mas, quem diria, apesar de derrotado pela história, o Manual continua sendo não só a única referência intelectual do conservadorismo latino-americano como gerou filhos. No Brasil, é aquele sujeito que se sente no direito de ir contra as idéias mais progressistas e civilizadas possíveis em nome de uma pretensa independência de opinião que, no fundo, disfarça sua real ideologia e as lacunas em sua formação. Como de fato a obra de Álvaro e companhia marcou época, até como homenagem vamos chamá-los de “perfeitos imbecis politicamente incorretos”. Eles se dividem em três grupos:

1. o “pensador” imbecil politicamente incorreto: ataca líderes LGBTs (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Trânsgeneros) e defende homofóbicos sob o pretexto de salvaguardar a liberdade de expressão. Ataca a política de cotas baseado na idéia que propaga de que não existe racismo no Brasil. Além disso, ações afirmativas seriam “privilégios” que não condizem com uma sociedade em que há “oportunidades iguais para todos”. Defende as posições da Igreja Católica contra a legalização do aborto e ignora as denúncias de pedofilia entre o clero. Adora chamar socialistas de “anacrônicos” e os guerrilheiros que lutaram contra a ditadura de “terroristas”, mas apoia golpes de Estado “constitucionais”. Um torturado? “Apenas um idiota que se deixou apanhar.” Foge do debate de idéias como o diabo da cruz, optando por ridicularizar os adversários com apelidos tolos. Seu mote favorito é o combate à corrupção, mas os corruptos sempre estão do lado oposto ao seu. Prega o voto nulo para ocultar seu direitismo atávico. Em vez de se ocupar em escrever livros elogiando os próprios ídolos, prefere a fórmula dos guias que detonam os ídolos alheios –os de esquerda, claro. Sua principal característica é confundir inteligência com escrever e falar corretamente o português.

2. o comediante imbecil politicamente incorreto: sua visão de humor é a do bullying. Para ele não existe o humor físico de um Charles Chaplin ou Buster Keaton, ou o humor nonsense do Monty Python: o único humor possível é o que ri do próximo. Por “próximo”, leia-se pobres, negros, feios, gays, desdentados, gordos, deficientes mentais, tudo em nome da “liberdade de fazer rir.” Prega que não há limites para o humor, mas é uma falácia. O limite para este tipo de comediante é o bolso: só é admoestado pelos empregadores quando incomoda quem tem dinheiro e pode processá-los. Não é à toa que seus personagens sempre estão no ônibus ou no metrô, nunca num 4X4. Ri do office-boy e da doméstica, jamais do patrão. Iguala a classe política por baixo e não tem nenhum respeito pelas instituições: o Congresso? “Melhor seria atear fogo”. Diz-se defensor da democracia, mas adora repetir a “piada” de que sente saudades da ditadura. Sua principal característica é não ser engraçado.

3. o cidadão imbecil politicamente incorreto: não se sabe se é a causa ou o resultados dos dois anteriores, mas é, sem dúvida, o que dá mais tristeza entre os três. Sua visão de mundo pode ser resumida na frase “primeiro eu”. Não lhe importa a desigualdade social desde que ele esteja bem. O pobre para o cidadão imbecil é, antes de tudo, um incompetente. Portanto, que mal haveria em rir dele? Com a mulher e o negro é a mesma coisa: quem ganha menos é porque não fez por merecer. Gordos e feios, então, era melhor que nem existissem. Hahaha. Considera normal contar piadas racistas, principalmente diante de “amigos” negros, e fazer gozação com os subordinados, porque, afinal, é tudo brincadeira. É radicalmente contra o bolsa-família porque estimula uma “preguiça” que, segundo ele, todo pobre (sobretudo se for nordestino) possui correndo em seu sangue. Também é contrário a qualquer tipo de ação afirmativa: se a pessoa não conseguiu chegar lá, problema dela, não é ele que tem de “pagar o prejuízo”. Sua principal característica é não possuir ideias além das que propagam os “pensadores” e os comediantes imbecis politicamente incorretos.



Cynara Menezes é jornalista. Atuou no extinto "Jornal da Bahia", em Salvador, onde morava. Em 1989, de Brasília, atuava para diversos órgãos da imprensa. Morou dois anos na Espanha e outros dez em São Paulo, quando colaborou para a "Folha de S. Paulo", "Estadão", "Veja" e para a revista "VIP". Está de volta a Brasília há dois anos e meio, de onde escreve para a CartaCapital.

Elegância


Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.
É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas.
Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
Oferecer flores é sempre elegante.
É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante, você fazer algo por alguém , e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer...
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
" É elegante o silêncio, diante de uma rejeição... "
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do Gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.
É elegante a gentileza,.atitudes gentis falam mais que mil imagens...
...Abrir a porta para alguém...é muito elegante (Será q ainda existem
homens assim?)...
...Dar o lugar para alguém sentar...é muito elegante...
...Sorrir, sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma...
...Oferecer ajuda...é muito elegante...
...Olhar nos olhos, ao conversar é essencialmente elegante...
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas
tentar imitá-la é improdutivo.
A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que "com amigo não tem que ter estas frescuras".
Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os desafetos é que não irão desfrutá-la.
Educação enferruja por falta de uso.
E, detalhe: não é frescura.

Toulouse Lautrec

Ela que falou!!!


Psicóloga francesa Maryse Vaillant aconselha mulheres a deixarem seus maridos pular a cerca
Quer manter um casamento feliz? Permita que seu marido tenha casos extra-conjugais. Esta, pelo menos, é a receita de uma vida a dois harmoniosa sugerida pela psicóloga francesa Maryse Vaillant.
A especialista causou polêmica ao defender no livro Les hommes, l?amour, la fidélité ("Os homens, o amor, a fidelidade"), recém-lançado na França, que a infidelidade masculina faz bem ao casamento.
No livro, ela diz que a maioria dos homens precisa de "seu próprio espaço" e que, para eles, "a infidelidade é quase inevitável". A obra ainda não chegou ao Brasil na versão em português, mas promete causar rebuliço por aqui também.
Segundo a autora, as mulheres podem ter uma experiência "libertadora" ao aceitarem que "os pactos de fidelidade não são naturais, mas culturais" e que a infidelidade é "essencial para o funcionamento psíquico" de muitos homens que precisam se sentir donos da situação e que nem por isso deixam de amar suas mulheres.
Para Vaillant, divorciada há 20 anos, seu livro tem o objetivo de ?resgatar a importância da infidelidade?.
Segundo ela, 39% dos homens franceses foram infiéis às mulheres em algum momento de suas vidas e destes, 30% amam verdadeiramente suas esposas.
Para a psicóloga, a maioria dos homens não faz isso por não amar mais suas mulheres, pelo contrário, eles precisam reafirmar sua masculinidade para se sentirem especiais para suas esposas. Ela acredita ainda que os homens que não têm casos extraconjugais podem ter "uma fraqueza de caráter", já que não agem de acordo com sua natureza.
E você amigo(a) o que é que acha?

Coisa de louco!!!!


A caminho do hospital o taxi para no sinal e do nosso lado uma moto de uma empresa de gás parada cheia de botijões com o funcionário em pé e um outro fazendo um serviço de solda na carroceria da moto! pensei É HOJE E AGORA!!!!!

Coisas da vida!!!!


Outro sábado ao sair pra fazer uma comprinha em uma mercearia aqui perto deparei-me com uma cena inusitada! Um lençol estendido com a descrição SISTEMA PENITENCIÁRIO NACIONAL na própria mercearia! Pensei UI MEU DEUS DO CÉU!!!!